quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA

Já é possível fazer o registro de um B.O.(Boletim de Ocorrência) Online no Maranhão para os casos de: furto ou extravio de documentos, furto ou extravio de celular, furto ou extravio de notebook/PDA, furto ou extravio de objetos, desaparecimento de pessoas e localização de desaparecidos.
Com isso, não é necessário passarmos pelo "martírio" de ir até uma delegacia de polícia para registrar o B.O.
É só acessar o Link -> http://www.delegaciaonline.ma.gov.br


FONTE: O IMPARCIAL - 22/01/2011
Delegacia Virtual fez mais de quatro mil registros no Maranhão
Para desafogar o atendimento de ocorrências nos distritos policiais de São Luís, a Secretaria de Segurança Publica do Maranhão (SSP) fundou a Delegacia Virtual (Devir), que atualmente realizar 25% dos registros de forma virtual. Após cinco meses de funcionamento oficial da Devir, já foram computados mais de 4 mil ocorrências de diversas origens. Encabeçando a lista estão os casos de extravio de documentos, que respondem por 80% desse total. Diariamente são realizados 32 ocorrências e são mais de 500 por mês, o que ajuda a desafogar o sistema nas delegacias de polícia.

A Devir foi implantada no Maranhão em agosto do ano passado, exatamente há cinco meses. Qualquer pessoa pode fazer o registro no site
(
www.delegaciaonline.ma.gov.br) de ocorrências que anteriormente exigiam que o cidadão fosse pessoalmente a uma delegacia. “Com esse sistema atualizado, e que pode ser acessado de casa ou de qualquer lugar, não é necessário o deslocamento até um distrito policial, o que faz desinchar esses pontos”, disse o delegado responsável pela Devir, e gestor do sistema, Daniel Brandão.

Furtos ou extravio de documentos, roubos de celulares estão entre os registros que podem ser realizados pela Devir. Quem precisar pode ainda localizar foragidos da justiça. Caso não possua um computador, o cidadão pode se deslocar até um dos postos do Viva Cidadão e acessar o serviço gratuitamente. “A evolução da quantidade de registros se deve ao cidadão que tem criado consciência do serviço, portanto, tem sido necessário atentar a questão referente à competência da Devir. Por exemplo, casos de roubos precisam ainda ser registrados nas delegacias, uma vez que esse tipo de delito necessita de uma ação policial mais rápida por se tratar de um crime grave”, enfatizou o delegado.
http://www.oimparcial.com.br/noticias.php?id=70452

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

UMA IDEIA POLITICAMENTE CORRETA

Projeto obriga os eleitos a matricularem seus filhos em escolas públicas.

Uma ideia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

SE VOCÊ CONCORDA COM A IDEIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.

Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE.
BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES.

IDEIA SENSACIONAL!
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2007

PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007

Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º
Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.

Art. 2º
Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.
Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.

JUSTIFICAÇÃO
No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.
Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.
Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.
Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais –vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice-Presidente da República – deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras.
O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:
a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;
b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.
c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;
d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.
Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão.
Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.
Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações – uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo –, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.
Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.
Sala das Sessões,
Senador CRISTOVAM BUARQUE

sábado, 23 de outubro de 2010

PARABÉNS, TAILANE!


Tailane, neste dia tão importante para você e para todos nós, eu, seu pai, não poderia deixar de te falar algumas palavras do fundo do meu coração.
Sou um pai orgulhoso de ter as filhas que tenho: Você, Thaía e Laissa como fruto do amor que germinou entre eu e sua mãe, Marizete.
Hoje, 23 de outubro, é o seu aniversário! Quero te desejar parabéns, felicidades, amor, paz, alegria e sucesso para a vida inteira!
Quero te dizer, ainda, que a sua meiguice, a sua simplicidade de criança, o seu apego e carinho de filha caçula me cativam todos os dias!
Fico encantado ao ver, diariamente, seu compromisso e sua responsabilidade com seus estudos, com suas tarefas e atividades escolares. Continue assim! Deixe crescer com você esse desejo, essa vontade, esse entusiasmo de querer sempre fazer o melhor.
A partir de agora, aos 12 anos, torna-se minha menina-moça. Ao crescer, continue a cultivar e irradiar a chama do amor, da paz, da alegria, da amizade, da lealdade, da solidariedade, da honestidade e da verdade por onde pisar, pois esse é o segredo e a razão da felicidade.

Parabéns! Beijos! Amo-te muito!
Do papai Valdeci

Em 12/10/2010

sábado, 26 de junho de 2010

INTERNET: OS BENEFÍCIOS E OS PERIGOS EM QUESTÃO



INTERNET: os benefícios e os perigos em questão

VALDECI CANTANHEDE COSTA


1. INTRODUÇÃO

Discutir a questão dos benefícios e os perigos que rondam a rede mundial de computadores, a Internet, deve ser agenda prioritária, sobretudo, de pais e educadores em escala mundial.
O debate a ser travado sobre esse tema não deve se limitar a propostas de exclusão, privação ou proibição de crianças, jovens e adolescentes de acessar a rede, mas, uma discussão muito mais ampla e cuidadosa que postule e priorize a segurança, o uso livre, benéfico e democrático desse e de outros meios de comunicação, envolvendo para isso, a participação ativa e atenta das instituições familiares e educacionais, além do conjunto da sociedade em geral nesse debate.
Outro aspecto relevante nessa questão, são as ações de cunho governamental voltadas para a implementação de projetos e programas educativos com finalidade social de inclusão digital que beneficiem as camadas menos favorecidas da sociedade, o que redundaria, inevitavelmente, num esforço conjunto entre família, escola, governo e sociedade.

2. OS BENEFÍCIOS E OS PERIGOS DA INTERNET

Nesse contexto, o tripé: formação, orientação e acompanhamento, que sustenta a base dessa estrutura não devem jamais ser esquecidos quando se trata do acesso e navegação na Internet, em especial de criança, jovens e adolescentes que, ao se conectarem, podem se tornar “presas” fáceis de internautas mal intencionados que ficam à espreita da desinformação e ingenuidade dessa camada da população ávida pelas novidades e encantos que a rede oferece.
Inegável, pode-se dizer, é a realidade que aí está posta como desafio para todos nós. O avanço tecnológico não é mais um sonho de alguns “lunáticos”, é pura realidade e desejo de consumo de todo mundo, sem exceção, mesmo. Aliás, o desejo de consumo e de busca por tecnologias não é exclusividade dessa geração, é antes de tudo, uma tendência que acompanha a humanidade desde os primórdios da história. Quem não tem ou não usa, sente-se excluído de seus pares, do seu grupo, da sociedade.
Entre os avanços tecnológicos, a Internet é sem dúvidas um dos feitos mais criativos e revolucionários da humanidade. Revolucionou o processo de comunicação humana como nunca; tornou o mundo “pequeno”, próximo; as distâncias encurtaram-se milimetricamente; as pessoas ficaram mais “próximas”; a notícia e a informação “andam” numa velocidade sem precedentes na história da humanidade; novas oportunidades de negócios, de conhecer o mundo estão em um clic. Enfim, com a internet não há barreiras que evite ou impossibilite o processo de interação e comunicação humanas, até mesmo em tempo real.
Não há como ignorar que as mídias e tecnologias, entre elas a Internet, constituem-se avanços necessários, positivos e benéficos às atividades humanas. Esses aparatos midiáticos e tecnológicos se enquadram e se ajustam com facilidade a quase todos os tipos de trabalho ou atividades desenvolvidas pelo homem, garantindo maior agilidade, qualidade, rigor, perfeição, dinamismo, eficiência e eficácia no processo de produção e prestação de serviços.
Não obstante, esses mesmo inventos que constroem, unem, comunicam, ajudam, facilitam, integram e socializam as relações humanas, por paradoxal que pareça, também pode ser usado no sentido contrário, lamentavelmente. A Internet é, por assim dizer, uma “faca de dois gumes” como se diz na linguagem popular. Tudo depende das mãos, das mentes e dos interesses a que ela serve.
Só para lembrar um pouco da história, a Internet surge exatamente no meio do conflito, da guerra (Segunda Guerra Mundial) para defender interesses norte-americanos de comunicação e informação sigilosas entre o alto comando militar e suas tropas, evitando assim a intercepção de planos estratégicos de guerra pelos inimigos.
Desse modo, estar conectado não representa apenas privilégios, exercício pleno da democracia e da liberdade de expressão, mas também perigo, insegurança, danos morais e financeiros, enganação, falta de privacidade, preconceito, execração pública, devassa da vida privada pessoal, familiar e profissional, etc, etc, etc.
Daí, então o soar de alerta para os internautas mais incautos, desprevenidos e descuidados e até para os mais experientes que às vezes não escapam dos perigos que a rede oferece. Então, o que fazer? Se privar de acessar a rede? Se excluir desse processo mais amplo e global de comunicação em rede? Essas seriam alternativas razoáveis para solucionar a questão da insegurança na Internet? Claro que não! As melhores alternativas são aquelas que primam pela prevenção, induzindo o internauta para o ato cuidadoso e criterioso de navegar na rede.
Na tentativa de colaborar com pais, educadores, estudantes e a sociedade em geral, propomos a seguir um checklist com algumas dicas de segurança que não devem ser negligenciadas ao se navegar na rede mundial de computadores. Veja!
• Não forneça dados pessoais ou de familiares a internautas desconhecidos;
• Evite enviar fotografias suas ou de familiares para desconhecidos;
• Não marque encontros presenciais com pessoas que conheceu online;
• Mantenha segredo absoluto sobre senhas pessoais de acesso a internet, de uso bancário ou de cartão de crédito;
• Nunca entre em sites desconhecidos ou indicados por estranhos;
• Seja seletivo ao fazer download de software;
• Nunca abra mensagens de e-mails de estranhos;
• Estabeleça regras bem definidas de navegação na Internet para as crianças;
• Informe as crianças, jovens, adolescentes e estudantes sobre os riscos e perigos que a rede oferece;
• Faça uma lista de sites que atenda as necessidades educativas, recreativas e sócio-culturais de crianças, jovens e adolescentes da família ou da escola;
• Fique sempre atento a alterações no comportamento de crianças, jovens e adolescentes que navegam na rede;
• Quando se tratar da navegação de crianças, jovens e adolescentes na rede evitem culpabilizá-los; mostre-se sempre disponível a ajudá-los, a orientá-los e acompanhá-los;
• Reveja, periodicamente, o conteúdo acessado no computador;
• Instale programas que possibilite filtrar ou selecionar conteúdos apropriados para acesso de crianças, jovens e adolescentes em computadores residenciais e escolares.

3. CONCLUSÃO

Para finalizar, queremos alertar que as dicas acima são apenas alguns alertas entre tantos outros que devem ser seguidos pelos internautas, pois em Internet, não há solução 100% segura. Cabe a todos nós o zelo pela segurança: não negligenciarmos, não nos despreocuparmos, não descuidarmos.
Outro alerta é no sentido de que a pedagogia da proibição e da fiscalização ostensivas ao acesso de crianças, jovens e adolescentes não resolvem os problemas de segurança aos usuários, o mais importante nesse caso, é adotar procedimentos educativos para garantir uma navegação mais segura, produtiva e benéfica para todos. É só seguir!


4. REFERÊNCIAS

QUAIS AS POSSIBILIDADES DA INTERNET? Disponível em: . Acesso em: 10/04/2010.

SOCIEDADE CONECTADA. Disponível em: . Acesso em: 10/04/2010.

TECNOLOGIAS NA ESCOLA E A CRIAÇÃO DE REDES DE CONHECIMENTO. Disponível em: . Acesso em: 10/04/2010.

DESAFIOS COM AS NOVAS TECNOLOGIAS. Disponível em: . Acesso em: 10/04/2010.

Segurança na Internet. Disponível em: http://www.eproinfo.mec.br. Acesso em: 07/06/2010.

Guia para pais e educadores. Disponível em: http://www.sitiodosmiudos.pt. Acesso em 07/06/2010.

terça-feira, 20 de abril de 2010

O RÁDIO E A TRANSMISSÃO DO CONHECIMENTO





O RÁDIO E A TRANSMISSÃO DO CONHECIMENTO

Valdeci Cantanhede Costa


É inegável e irrefutável a contribuição do Rádio no processo de transmissão do conhecimento a longa distância. Aliás, o rádio foi o precursor, o pioneiro nesse modelo de educação no Brasil e no mundo e, diga-se de passagem, resistindo ao tempo, afirma–se como um dos recursos pedagógicos da atualidade, não obstante o poder de outras mídias/tecnologias como o computador e a Internet.
Pelo contrário, o rádio é uma mídia versátil e dinâmica que tem facilidade de se adaptar ao contexto e conviver com as mudanças e transformações. Por ser meio de comunicação e de informação de massa mais acessível e que atinge longa distância, ou seja, chega praticamente em todos os lugares não pode ser desprezado como um recurso em potencial para levar conhecimento a milhões de pessoas, sobretudo, aqueles excluídos do sistema convencional de educação.
O rádio é de longe o flerte mais antigo e duradouro da história das tecnologias modernas com a educação, desbancando tecnologias mais recentes como é o caso do vídeo cassete, já aposentado precocemente, com duas ou três décadas de existência. Versátil, ágil e interativo, o rádio é hoje, um dos elementos mais importantes da multimídia, da hipermídia brasileira e mundial.
Modernizou-se. De AM, incrementou a FM para atender a todos os gostos, tendências e exigências do ouvinte. No campo educacional elaborou e promoveu adaptações, criando espaços de interação em tempo real com o estudante através de transmissão de aulas ao vivo, evitando, apenas as gravações.
A pedagogia dialógica é uma especialidade do rádio na modalidade de educação a distância, como a “conversa de pé-de-ouvido”, as “paradas obrigatórias” ao “para refletir” remontam o pioneirismo do rádio no ensino a distância.
Mas, e na educação escolar presencial, o rádio pode contribuir enquanto recurso pedagógico? É possível fazer essa adaptação? Todas as disciplinas podem usar o rádio como recurso didático? Esses são ou podem ser alguns dos questionamentos que rondam a cabeça dos professores por aí a fora quando se trata do uso do rádio, pedagogicamente.
Para responder a esses questionamentos, eu diria que SIM. O rádio é por excelência, um recurso pedagógico autêntico que assim como qualquer outra mídia/tecnologia precisa ser planejado para auxiliar no processo de ensino e de aprendizagem enquanto instrumento facilitador do processo. Com relação à especificidade das disciplinas, todas são acessíveis a essa mídia, embora alguns conteúdos sejam mais propícios, como os de Arte, Sociologia, Filosofia, Língua Portuguesa, História, Geografia, línguas estrangeiras modernas, por exemplo. Evidentemente que, ao explorar esses recursos, ou seja, ouvir uma aula, escutar uma música, ouvir um noticiário, o professor elaborará questionamentos, fará exercícios, demonstrações, pesquisas para incrementar e dinamizar o processo de aprendizagem dos alunos, o que não seria diferente com uso de outros recursos como TV, vídeo, data show, internet, etc.
Como experiência própria, tenho utilizado, algumas vezes, o rádio em sala de aula, para ajudar os alunos do 5º Ano do Ensino Fundamental da UEB “Darcy Ribeiro” no processo de concentração na realização das atividades enquanto escutam música ambiente; para informações através de noticiários em freqüência AM; nas aulas de Artes, quando realizo atividades de dança e canto.
Na verdade, as escolas onde trabalho, atualmente, não tem projeto de uso pedagógico do rádio. Com essa experiência e aprendizagem neste curso, estou motivado para levar em frente um projeto de “Rádio Recreio” que tenho tentado articular no CE “São José de Ribamar”. Esse projeto vem de uma experiência exitosa que se realizou na U. I. “Bandeira Tribuzzi”, no Maiobão, quando eu lecionava naquela unidade de ensino.
O que posso dizer sobre os efeitos e a influência do rádio, na aprendizagem dos alunos nessas atividades que realizei é que o resultado é positivo.
Quando utilizei a música ambiente, a sala ficou mais tranqüila, eles ficaram mais calmos e concentrados na atividade e produziram melhor.
Ao ouvirem notícias, tem facilidade de entender e depois relatar os fatos tanto oral como na escrita. E, na aula de Artes, conseguem acompanhar a letra e a melodia e dançam com desenvoltura.
Desse modo, o rádio propicia um ambiente alegre, divertido, aconchegante, integrador e motivador, oportunizando um maior prazer no processo ensino-aprendizagem.

BIBLIOGRAFIA
Introdução à educação a distância. Araci Hack Catapan … et al – Florianópolis: Filosofia/EaD/UFSC, 2008.
O radio na educação. Disponível em : http://www. eproinfo.mec.gov.br. Acesso em: 18/04/2010.